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Centro das Tradições de Santo Amaro.
por Roberto Pavanelli
Julho 25, 2003
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Você conhece Santo Amaro? Conheço. Quem você conhece lá? Muita gente. Quem você conhece na Rua Barão do Rio Branco? Conheço os Placonás. E na Rua Capitão Thiago Luz? O Eliseu Schimidt. Na Pça. Floriano? O Mocinho e a Clarice. Na rua Brasilio Luz? A Olana. Na verdade o nome dela é Yolanda, mas havia uma antiga moradora de lá, uma francesa de nome Dona Angelina, que era casada com o Seu Julot, que, ao fim da vida, vivia procurando essa tal de Yolanda ou Landa, mas não sabia pronunciar seu nome direito. Era assim que a vizinha lhe chamava aos grito no portão. Olanááá, to aqui minha fia!! Há! Há! Há!. Pois é minha gente, falta de assunto é fogo. Prometo que na semana que vem melhora.
Adeus ao Adolfinho. Adolfo Schimidt faleceu esta semana. Sua família sempre foi tradicional em Santo Amaro. Antigos moradores da Rua Padre José Maria, tinham, naquele local uma funerária. Seguindo a tradição da família o Adolfinho, como era conhecido, trabalhou muitos anos na funerária, mesmo após a Municipalidade ter monopolizado esse tipo de serviço. Adolfo Schimidt recebeu o troféu Botina Amarela no ano de 2001. Homenagem do Cetrasa – Centro das Tradições de Santo Amaro.
O Cetrasa comunica aos homenageados com o Troféu Botina Amarela que se encontra no Museu um KIT com foto, fita de vídeo, botom do Cetrasa referente a última premiação ocorrida no mês de junho próximo passado. Falar com Alexandre Moreira Neto pelo telefone 5686.6474.
Tcháu!!!! Roberto Pavanelli.
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