A coluna do CETRASA
Centro das Tradições de Santo Amaro.
por Roberto Pavanelli
Fevereiro 07, 2004

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Foi um sucesso o evento ocorrido no Museu de Santo Amaro no último dia 5. Muitos santamarenses presentes ouviram histórias do passado de nossa terra. O bom é que as histórias contadas foram aquelas vividas por grande parte dos presentes. Só a título de exemplo, tivemos por lá o Heitor Meneguelo, antigo morador da Rua Pe. José Maria, na época apenas uma pequena ruazinha de terra, hoje a uma Grande Avenida, onde está situado o Terminal de ônibus Santo Amaro. O tal de Maneguelo reviveu os antigos moradores dessa rua nos idos de 1947. Lembrou que próximo ao Lgo. 13, moravam os Schimidts da funerária, o Duca da gráfica, a Maria Bonita, o Zé Marques, o Osvaldo, o Luiz Schimidt, irmão da Bezinha e da Cota. Figuras com nomes engraçados apareceram na história como o Zé Lata-Véia, Bicudo, Mário Pavio, Picareta, Cartola e Maria Cachimbeira. Também foi lembrado o coveiro Francisco Honório entre outros. O Ibrahim contou o nascimento do Jardim Promissão, quando o Hans foi à frente para lembrar que, naquele local, ele comprou 4 lotes, que em dia bom eram bonitos, mas em dia ruim ficavam debaixo d´água. Participou também o Amaro do cemitério, antigo músico de Santo Amaro contando as proezas do conjunto do Mário Genari, que começou acompanhando a Hebe Camargo em seus shows, quando ela também iniciava sua carreira. Destaque para a eterna professora Adozinda que interpretou seus próprios escritos ao lado da Profa. Maria Helena, tirando do auditório efusivos aplausos. Parabéns a todos. O Cetrasa, por seu presidente, Alexandre Moreira Neto agradece aos que lá compareceram. Também ficou feliz o Pracinha que, durante todo o evento, ocupou lugar de destaque na sala de estar do Museu.

Quem vem lá compadre? È a Nhá Vita, a Kansa, Pedro e criança. Tcháu!!! Roberto Pavanelli.

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